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Lipoaspiração em Campo Grande

A cirurgia que remove gordura localizada de regiões que não respondem a dieta e exercício. Começando pelo mais importante: lipoaspiração não é tratamento para emagrecer.

O que a lipoaspiração faz — e o que ela não faz

A lipoaspiração remove a gordura depositada entre a pele e o músculo em regiões específicas, melhorando o contorno do corpo. Ela trata forma, não peso.

O que ela não faz: não trata obesidade, não substitui mudança de hábito, não trata a gordura que fica dentro do abdômen, ao redor dos órgãos (que é a que mais importa para a saúde), não trata celulite de forma confiável e não corrige flacidez de pele. Aliás, em pele com pouca elasticidade, retirar volume pode deixar a flacidez mais evidente.

Essa distinção não é detalhe técnico. É a diferença entre sair satisfeita e sair frustrada.

Para quem costuma ser indicada

A indicação depende de avaliação presencial. Em geral o melhor cenário é de quem:

  • está próxima do seu peso habitual e estável
  • incomoda-se com depósitos localizados que não saem com dieta e exercício
  • tem pele com boa elasticidade
  • tem expectativa proporcional ao que a cirurgia entrega

Como é feita

A cirurgia é hospitalar. Por pequenas incisões, cânulas aspiram a gordura das áreas combinadas. A duração depende do número de regiões tratadas.

Existe um limite de volume que pode ser aspirado com segurança em um mesmo procedimento, definido por norma e pela sua condição clínica. Esse limite não é negociável, e é uma das razões pelas quais alguns casos precisam ser feitos em mais de um tempo cirúrgico.

Recuperação

Inchaço e hematomas são esperados nas primeiras semanas. O uso da malha compressiva e as sessões de drenagem linfática fazem parte do tratamento, não são opcionais.

O retorno ao trabalho costuma acontecer entre uma e duas semanas, dependendo do que você faz. A atividade física costuma ser liberada entre 30 e 60 dias. O resultado leva de três a seis meses para se definir, porque o inchaço sai devagar.

Riscos e o que pode dar errado

Entre as complicações possíveis estão irregularidades e assimetrias do contorno, alteração de sensibilidade, seroma (acúmulo de líquido), infecção, sangramento e trombose. Complicações graves são raras, mas existem e são mais prováveis quanto maior o volume aspirado e quanto mais procedimentos são associados na mesma cirurgia.

Por isso o número de cirurgias combinadas de uma vez é uma decisão de segurança, e não de conveniência.

Sobre este texto. Ele é informativo e serve para você chegar à consulta com as perguntas certas — não para substituí-la. Nenhuma indicação cirúrgica pode ser feita sem avaliação presencial, e os prazos e riscos aqui são médias que mudam de pessoa para pessoa. Resultados variam e não podem ser garantidos.
Dr. Felipe Resende no centro cirúrgico, com a touca bordada com o monograma FR
Dúvidas frequentes

Lipoaspiração: o que mais perguntam

A lipoaspiração não deve ser medida em quilos. O que ela muda é o contorno — muitas pessoas mudam de manequim sem grande alteração na balança. Se o objetivo é perder peso, o caminho é outro, e vale conversar sobre isso.

As células de gordura removidas não voltam, mas as que ficaram podem aumentar se você ganhar peso — inclusive redistribuindo de forma diferente. O resultado se mantém com peso estável.

Em muitos casos sim, e frequentemente faz sentido. Mas existe um limite de segurança para o tempo cirúrgico e para o volume total. Esse limite manda na decisão.

Não. Em alguns casos pode até evidenciar a flacidez existente. Quando há sobra de pele, a conversa passa por outras cirurgias, como a abdominoplastia.

Vamos avaliar o seu caso

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Dr. Felipe Resende · Cirurgia Plástica · Campo Grande/MS · CRM/MS 7230 · RQE 6069